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sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Livro: Com amor, Kellan


Livro: Com amor, Kellan
Páginas: 266 páginas
Autora: Loud Chaos

Dando continuidade do livro 1 - "Com amor, Charlie", o livro 2 - "Com amor, Kellan" não mudou muito a minha opinião em relação a escrita e ao enredo. Então não irei repetir (a opinião anterior é a mesma de agora).

Desta vez o livro é narrado por Kellan da mesma maneira que o primeiro foi narrado por Charlie, também em formato de carta, mas eu achei a história muito a mesma, a única diferença é que Kellan trouxe os seus traumas de infância (e que traumas, coisa de louco), mas fora isso a história em si não foge muito do primeiro livro. E detalhe, acho que o fato dele ter sido um grande babaca no primeiro livro, me fez ter a sensação de que ele estava se justificando dos seus erros, o que em muitos momentos não tem justificativa (mas enfim).

O que me deixou surpresa foi o epílogo, pois a autora trouxe a conclusão do livro passando nove anos a frente da história após a troca das cartas, e além da passagem do tempo ela também trouxe as duas narrativas ao mesmo tempo, então acabamos entendendo o que cada personagem realmente sentia naquele momento de maneira particular. Finalizando o livro de maneira bem aceitável e colocando de fato um ponto final na história.

Contém Spoiler (se não quiser saber pare por aqui).

Confesso que no fundo eu esperava um final com eles juntos, ainda mais pela forma que terminou o  primeiro livro, mostrando que o amor ainda era muito vivo por ambas as partes, mas, não é isso que a autora traz, tanto que no esclarecimento ela coloca uma nota bem plausível para não ter deixado os dois juntos. 

Colocando o pezinho no chão e trazendo essa história para o "mundo real" o final é plausível (como eu disse antes), fez todo o sentido, ainda mais pelo fato do relacionamento deles ser muito conturbado, cheio de traumas e brigas, não tem o porque deles continuarem juntos, é como viver dentro de uma tempestade todos os dias.

Maaaas, no mundo literário e cheios de fantasias, onde nada faz sentido, o céu é o limite e longe do mundo real, eu queria eles juntos e vivendo a vida loucamente, se curando de traumas, se amando kkkkk' 

Se eu leria de novo? Não.

Nota 5,5/10
★★★★

sábado, 27 de julho de 2024

Livro: Com amor, Charlie


Livro: Com amor, Charlie 
Páginas: 152
Autora: Loud Chaos 

Com amor, Charlie é um livro de escrita muito leve, clara e objetiva, fazendo com que a leitura seja muito rápida. Algumas pessoas leriam esse livro em um dia.

No início da história até ali no 9º capítulo, acreditei fielmente que Kellan era um rapaz que tinha uma doença terminal e por isso tinha aquele "ar misterioso", e aquela sede absurda de querer viver a vida como se de fato ela fosse acabar amanhã, fez com que eu pensasse que ele estava prestes a morrer, mas não, estava completamente errada, ele era apenas um grande babaca "rebelde", que não pensava nas consequências dos seus atos e ele acreditava que poderia ter tudo aquilo que quisesse, inclusive Charlie.

A história conta o romance conturbado de Charlie e Kellan, ambos são jovens e cheios de problemas e inseguranças e isso acaba afetando muito o relacionamento deles, com muitas brigas, discussões e choros, além de serem completamente opostos.

Uma curiosidade deste livro, é que ele foi escrito em formato de carta, então logo a escrita é na primeira pessoa, e mesmo assim a autora conseguiu trazer de forma individual a característica e temperamento de cada personagem, obviamente focando nos principais, mas em relação aos personagens paralelos fiquei satisfeita.
Só não fiquei muito satisfeita em três momentos:
1. a autora fala praticamente em todos os capítulos o quanto Kellan é bonito (eu já havia entendido isso na primeira descrição);
2. a autora repete diversas vezes que Kellan e Charlie é um problema juntos, e que eles não vão dar certo.
3. eu esperava uma conclusão melhor para Charlie e Megan.

Resumindo, o enredo é bom, sem ponta solta, tem um começo, meio e fim, o livro tem o estilo adolescente, a escrita bem amadora, nada comparado a grandes autores, não que o livro seja ruim, ele é bom, mas não é o tipo de leitura que nós leitores precisamos criar muitas expectativas, pois não tem muito o que esperar do final, digamos que este livro é aquele estilo mais para quebrar a ressaca literária.

Se eu leria de novo? Não sei, talvez.

8/10

★★★★

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Livro: Bilhetes de ódio



Livro: Bilhetes de ódio 🔞
Páginas: 366
Autora:Vi Keeland e Penelope Ward
Editora: Charme

Já percebi que, quando o livro não é bom, eu tenho mais difícil em realizar a resenha.
O livro não é bom e também não é ruim.
Não tem uma história legal, o enredo é sem pé e sem cabeça, e sem contar que, nem o próprio nome do livro faz jus a história, ele deveria se chamar "Bilhete azul".
Com certeza não é um livro que irei recomendar, e muito menos ler mais uma vez.

A história é para maiores de 18, é contada por Charlotte e Reed, são dois personagens que viveram uma grande desilusão amorosa.

Após descobrir uma traição, Charlotte cancela o seu casamento e vende o seu vestido para uma loja de roupas usadas, quando se depara com um lindo vestido e encontra um bilhete azul na barra onde dizia "Obrigado por realizar todos os meus sonhos" assinado por Reed.
Então Charlotte procura pelo nome de Reed no Facebook e descobre que além de romântico, ele é lindo. E a partir daí o objetivo dela é conhecê-lo e entender a história do tal bilhete azul.

Reed foi largado pela noiva prestes a se casar, e devido ao ocorrido ele se fecha para o mundo, se tornando aquele babaca clássico de livros de romance hot, onde apenas ele tem problemas, e que pode fazer desses problemas um o motivo para ser uma grande babaca com as pessoas.

Por algumas circunstâncias, Charlotte começa a trabalhar na empresa de Reed onde ela se torna a assistente pessoal da família (incluindo dele) e ele seu chefe.

Como clichê Reed se apaixona por Charlotte, mas o objetivo dele é se afastar cada vez mais dela, e o objetivo da Charlotte é conhecê-lo cada vez mais. Assim se tornando uma relação de amor e ódio.

Nota 05/10

#editoracharme #kindle #bilhetesdeódio